Blog do Marcos Peres

Arquivo : janeiro 2014

Só pelo show. Comerciais durante o Super Bowl não ajudam nas vendas
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Marcos Peres

$ 4 milhões de dólares, ou R$ 9,7 milhões, por 30 segundos na televisão. Apesar do preço astronômico, as 65 cotas de 30 segundos oferecidas pela Fox Sports dos Estados Unidos aos anunciantes interessados em expor seus produtos ao vivo, durante a final do campeonato nacional de futebol americano, esgotaram-se rapidamente, com um mês de antecedência em relacão ao Super Bowl do ano passado.

Porém, um estudo divulgado recentemente nos Estados Unidos constatou que 80% desses anúncios comerciais multimilionários não aumentam as vendas. Ou seja, apenas um em cada cinco anúncios veiculados durante o jogo realmente vendem produtos, segundo a empresa de pesquisas de marketing internacional Communicus.

Mesmo assim, “a demanda por anúncios durante o jogo, para o Super Bowl XLVIII, é maior do que a oferta, o que é um problema maravilhoso para nós”, disse o vice-presidente executivo de vendas da FOX Sports dos Estados Unidos, Neil Mulcahy. “Felizmente, temos várias ofertas muito atrativas e originais em nossas plataformas digitais para oferecer aos anunciantes que querem associar seus produtos ao Super Bowl”, informou Mulcahy.

Entre os anunciantes que reservaram espaço na televisão durante a final desse ano, estão gigantes como a Chevrolet, Hyundai, Jaguar, InBev, Pepsi, entre outros. Eles estão interessados na maior audiência anual da TV americana. O último Super Bowl, disputado entre San Francisco 49ers e Baltimore Ravens, atingiu média de 109,2 milhões de telespectadores na rede CBS.

Desde a década de 1980, os comerciais do Super Bowl viraram atracões de TV. São filmes publicitários espetaculares, uma verdadeira competição de criatividade. Porém, a executiva da Communicus, Jeri Smith, afirmou ao diário especializado AdAge que o que prejudica a efetividade desses anúncios é o fato de muitos deles não serem reexibidos regularmente depois do jogo. “Uma exposição apenas (do consumidor) ao anúncio não é suficiente para fazer algo acontecer”, explicou Jeri.

Mais de mil consumidores foram entrevistados antes e depois de serem expostos aos anúncios comerciais das edições de 2012 e 2013 do Super Bowl. Antes do jogo, os pesquisadores perguntaram o que os entrevistados haviam consumido recentemente e o que pretendiam comprar, levando em consideração as categorias de produtos a serem anunciados no Super Bowl.

O mesmo grupo foi entrevistado semanas depois do jogo, para responder a questões semelhantes. E um novo grupo foi avaliado, afim de se descobrir se os consumidores realmente viram os anúncios espontaneamente e perceberam marcas e produtos envolvidos.

Os anúncios veiculados durante o “Grande Jogo”, como foi apelidado o Super Bowl nos EUA, vão melhor na percepcão do público do que nos intervalos comerciais em geral. 44% das pessoas disseram se lembrar de determinados anúncios que viram ao longo do jogo, enquanto apenas 32% dos telespectadores dizem perceber anúncios submetidos a audiências semelhantes em outras oportunidades. Segundo Jeri Smith, isso acontece porque os anúncios espetaculares do Super Bowl tendem a se focar menos na própria marca. Assim, apenas 35% das pessoas que assistiram aos intervalos comerciais do jogo souberam responder quais as marcas responsáveis pelos anúncios, enquanto 50% dos telespectadores assimilam as marcas anunciadas em larga escala.


Brasileiros transformam ex-atriz em campeã de MMA
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Marcos Peres

Olá! Eu já falo português. Ou melhor, portuñol, disse a simpática lutadora Jessica Aguilar. Mexicana de nascimento, criada nos Estados Unidos, ela contou que 99% dos profissionais responsáveis pelo seu sucesso são brasileiros. Os treinadores de jiu-jistu Ricardo Libório e Marcos “Parrumpinha” da Matta, de muay-thai, Katel Kubis, além do lutador do UFC, Thiago Alves, foram alguns dos brasileiros envolvidos na preparação de Jessica para a luta que deu a ela o cinturão inaugural da categoria peso-palha (até 52kg) do World Series of Fighting, no último dia 20 de janeiro.

foto: jessicaaguilar.com

foto: jessicaaguilar.com

Jessica precisou de menos de três minutos para derrotar a americana Alida Gray com um estrangulamento lateral e se tornar a primeira campeã da categoria até 52Kg do WSOF, em evento transmitido pelo canal NBC, em rede nacional de televisão nos Estados Unidos. O canal Esporte Interativo mostrou a luta no Brasil.

Quando criança, Jessica queria ser médica “para salvar muitas vidas”. Aos 31 anos, é uma lutadora determinada, que procura finalizar as adversárias no chão, com um jiu-jitsu apurado, e troca socos e chutes sem medo. “Eu tive uma fratura no dedão do pé direito no primeiro round de um combate e lutei três assaltos”, contou ela, orgulhosa.

Jessica Aguilar participou de filmes e peças publicitárias - foto: jessicaaguilar.com

Jessica Aguilar participou de filmes e peças publicitárias – foto: jessicaaguilar.com

Jessica ja foi técnica de laboratório de análises sanguíneas, atriz e até carcereira de um presídio do estado do Oregon. A busca pela realização profissional pode ter sido contraditória, mas um dia Jessica experimentou o sucesso e não o largou mais. “Cheguei na academia e havia uma aula acontecendo. Eu pensei que era luta olímpica, mas era jiu-jitsu brasileiro”, contou a lutadora. “Eu fiz a aula e gostei. Era diferente, era desafiador. Eu continuei treinando e, um mês depois, meu treinador me inscreveu num torneio. Eu sou muito competitiva. E, com apenas um mês de jiu-jitsu, eu venci. Então, disse, uau! Apenas um mês e ja fiquei em primeiro lugar!” Nove anos depois, Jessica está invicta há oito lutas e é apontada por muitos como a principal atleta da categoria em atividade.

foto: jessicaaguilar.com

foto: jessicaaguilar.com

O UFC anunciou em dezembro do ano passado que também vai passar a contar, em 2014, com a categoria peso-palha feminina. Para a estréia, contratou onze lutadoras do Invicta FC, uma das mais tradicionais associações de MMA feminino do mundo, para utilizá-las na vigésima edição do reality show The Ultimate Fighter na TV americana. Entre as lutadoras está a brasileira Claudia Gadelha.

Jessica Aguilar comemorou a estreia da categoria no UFC, a principal organização de MMA do planeta, mas contou ter ficado satisfeita em nao ter sido convidada para o programa. “Eu não consigo me ver em um reality show. Eu nao gostaria de me ver dentro de uma casa com todas aquelas mulheres, disputando espaço, não. Eu me vejo como uma treinadora, para ensinar algo. Não gosto de ter problemas com as pessoas, nem gosto que desrespeitem meu espaço.

Jéssica diz continuar amando a arte de atuar. Foi por ela que largou um dia a universidade, para tentar carreira de atriz em Los Angeles. Mas um dia deixou de viver personagens para fazer história.


O Super Bowl chegou à Broadway
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A história do futebol americano renderia não so um, mas muitos roteiros para a Broadway. Eles versariam sobre diversos momentos de superação. Ou mesmo dramas, como os dos heróis que passam o resto de suas vidas inválidos, por causa da natureza violenta do esporte. Poderiam, ainda, contar o esporte como instrumento de inclusão social para jogadores. De fonte de inspiração e paixão para torcedores.

Pois o futebol americano ja chegou à Broadway. Não em forma de um musical, mas de uma indústria de $ 9 bilhões de dólares – mais de R$ 21,8 bilhões – por ano, capaz de fechar uma das avenidas mais importantes de Manhattan por uma semana. A Broadway Street foi interditada nessa segunda-feira, entre a Rua 34 e Rua 47. E assim vai permanecer até domingo, dia 02 de fevereiro, data do Super Bowl, a grande final do campeonato nacional, a ser realizada a poucos quilômetros de Nova York, na cidade de East Rutherford, em Nova Jersey. A Broadway está sendo transformada no Super Bowl Boulevard, o “corredor do Super Bowl”.

A Broadway vai virar o Super Bowl Boulevard - Ilustração NFL.com

A Broadway vai virar o Super Bowl Boulevard – Ilustração NFL.com

A famosa Times Square está ganhando um tobogã de 18 metros de altura para diversão dos fãs. A partir de quarta-feira, os torcedores poderão tirar fotos com o troféu mais desejado do esporte americano, o Vince Lombardi Trophy, chutar uma bola e tentar um gol e pegar autógrafos de craques do passado.

Tobogã temático de 18 metros de altura será montado na Times Square - Ilustração NFL.com

Tobogã temático de 18 metros de altura será montado na Times Square – Ilustração NFL.com

O Comitê Organizador do Superbowl em Nova York e Nova Jersey estimou em $600 milhões de dólares o impacto econômico do Super Bowl para a região, mais de R$ 1,4 bilhão. Porém, economistas do esporte afirmam que os números podem ser bem menores, em parte porque os torcedores gastam boa parte do dinheiro em eventos promovidos pela liga ou mesmo eventos corporativos, em vez de pagarem por atrações turísticas. Alguns hotéis reportaram na última semana que as reservas estão aquém do esperado, o que os deve obrigar a baixar os preços.

“Mude o ponto decimal uma casa para a esquerda”, disse o professor de economia Robert Baade à rede de televisão ABC. “A NFL fala em $ 500 ou 600 milhões? Eu penso que $50 ou 60 milhões seria uma avaliação generosa para o que o Super Bowl gera”, explicou o especialista, que conduziu um estudo sobre o impacto do Super Bowl para as economias locais pela Universidade Lake Forest, em Illinois. A liga respondeu dizendo que não é responsável por estudos de impacto econômico.


Atletas devem evitar cores dos EUA na Rússia
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Marcos Peres

Os membros da delegação dos Estados Unidos que estão a caminho da Rússia para os Jogos Olímpicos de Inverno receberam um alerta das autoridades americanas para que evitem o uso de uniformes dos EUA fora dos locais de competição. O motivo são as constantes ameaças terroristas endereçadas às Olimpíadas, que começarão dentro de duas semanas no balneário de Sochi.

Considerações do Departamento de Estado americano, responsável pelas relações exteriores, constam em um memorando distribuído a atletas, treinadores e demais membros do time dos EUA. Elas detalham as precauções a serem tomadas durante os Jogos. Uma das principais sugestões é evitar o uso das cores do País fora da área de segurança delimitada pelas forcas policiais russas, chamada de “Anel de Aço”.

Policial russo patrulha avenida próxima ao Parque Olímpico de Sochi - Kazbek Basayev/Reuters

Policial russo patrulha avenida próxima ao Parque Olímpico de Sochi – Kazbek Basayev/Reuters

“O Departamento de Estado dos EUA sugeriu que o uso deliberado de uniforme do time americano em áreas não credenciadas pode colocar sua segurança pessoal em grande risco”, diz o memorando, revelado pelo Wall Street Journal.

Uniforme dos EUA para a cerimônia de abertura - Divulgação Ralph Lauren

Uniforme dos EUA para a cerimônia de abertura – Divulgação Ralph Lauren

“Eu tenho tanta fé nos Estados Unidos e na nossa segurança, que não estou muito preocupado”, afirmou o snowboarder americano Greg Bretz. Porém, alguns esportistas revelaram ter pedido aos próprios familiares que não viagem a Sochi, como o jogador canadense de hóquei no gelo Mike Smith, que afirmou não querer expor esposa e filhos a “riscos desnecessários”.

O FBI, departamento de inteligência da polícia federal dos EUA, enviou à Rússia mais de 40 agentes. Os líderes militares dos dois países discutiram a segurança das Olimpíadas, incluindo a possibilidade do uso da tecnologia utilizada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos para desarmar bombas, segundo afirmou o Secretário de Imprensa do Pentágono, John Kirby, nessa quinta-feira.

Kirby também informou que dois navios de guerra americanos estarão ancorados no Mar Negro durante as Olimpíadas. Eles podem ser usados em diversas missões. Entre elas, evacuações, suporte médico e comunicações.

Ataques terroristas suicidas mataram 34 pessoas no mês passado na cidade de Volgogrado, a 600 quilômetros de Sochi. Um grupo militante islâmico do norte da região do Cáucaso assumiu os atentados e divulgou um vídeo ameaçando os Jogos Olímpicos.

Essa semana, alguns Comitês Olímpicos nacionais reportaram ter recebido ameaças por e-mail.


LeBron, Anthony e Howard querem jogar Rio-2016
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As estrelas LeBron James e Carmelo Anthony estão entre os 28 jogadores que se comprometeram a representar os Estados Unidos entre o Campeonato Mundial, que será disputado esse ano na Espanha, e as Olimpiadas do Rio de Janeiro, em 2016. Kobe Bryant está fora da lista divulgada pela federação americana nessa quinta-feira. E o pivô Dwight Howard está de volta à seleção.

Dwight Howard está de volta à seleção dos EUA - foto: Andrew Richardson-USA TODAY Sports

Dwight Howard está de volta à seleção dos EUA – foto: Andrew Richardson-USA TODAY Sports

O tecnico Mike Krzyzewski conta com 11 dos 12 jogadores do grupo que conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de 2012. O único ausente é Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers, que já havia dito que se despediria da seleção nos Jogos Olímpicos de Londres.

O armador Chris Paul e os alas LeBron James e Carmelo Anthony não devem disputar o mundial, agora chamado de Copa do Mundo de Basquete, entre agosto e setembro desse ano, na cidade de Barcelona. Mas o time deve contar com alguns dos melhores jogadores da atualidade, como o ala Kevin Durant e o pivô Kevin Love, além de James Harden, uma das sensações das últimas duas temporada.

Dwight Howard, pivô de 28 anos, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, esta de volta a seleção, depois que uma cirurgia nas costas o impediu de jogar as Olimpíadas de Londres. Howard demostrou intenção de jogar o mundial. Mesmo machucados atualmente, os armadores do Chicago Bulls, Derrick Rose, e do Oklahoma City Thunder, Russell Westbrook, também figuram na lista.

“Nós temos muita sorte em ter 11 dos 12 membros do time que ganhou o ouro nos Jogos Olímpicos de Londres querendo fazer parte do programa da seleção novamente”, disse o diretor da Federacao de Basquete dos Estados Unidos, Jerry Colangelo. “Receber esse tipo de comprometimento é notável e demonstra o quanto significa para nossos jogadores representar o basquete americano e o nosso país”, completou o dirigente.

Se conquistar mais um título mundial esse ano, em Barcelona, a seleção americana garantirá uma vaga para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Um segundo lugar obrigaria alguns astros da NBA a abrirem mão das férias no verão de 2015 para disputar o pré-olímpico para os Jogos do Rio.

Os 28 jogadores são:

Carmelo Anthony (New York Knicks), LeBron James (Miami Heat), Chris Paul (Los Angeles Clippers), Deron Williams (Brooklyn Nets),Tyson Chandler (New York Knicks), Anthony Davis (New Orleans Pelicans), Kevin Durant (Oklahoma City Thunder), James Harden (Houston Rockets), Andre Iguodala (Golden State Warriors), Kevin Love (Minnesota Timberwolves), Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder), Dwight Howard (Houston Rockets), Blake Griffin (Los Angeles Clippers), Stephen Curry (Golden State Warriors), Derrick Rose (Chicago Bulls), LaMarcus Aldridge (Portland Trail Blazers), Bradley Beal (Washington Wizards), DeMarcus Cousins (Sacramento Kings), Andre Drummond (Detroit Pistons), Kenneth Faried (Denver Nuggets), Paul George (Indiana Pacers), Gordon Hayward (Utah Jazz), Kyrie Irving (Cleveland Cavaliers), Kyle Korver (Atlanta Hawks), David Lee (Golden State Warriors), Kawhi Leonard (San Antonio Spurs), Damian Lillard (Portland Trail Blazers) e Klay Thompson (Golden State Warriors).

 


Vaquinha viabiliza bobsled da Jamaica nas Olimpiadas
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Marcos Peres

O time de bobsled da Jamaica pediu $ 80 mil dólares – o equivalente a R$ 190 mil – pela internet, na última segunda-feira, para viabilizar a viagem a Sochi, na Russia, depois de conquistar uma vaga nas Olimpíadas de Inverno, que vão começar em duas semanas. Em 48 horas, arrecadaram o equivalente a R$308 mil ($ 129,9 mil dólares), R$118 mil a mais do que a meta estabelecida no site de doações crowdtilt.com.

"Vaquinha" na internet - Reprodução: crowdtilt.com

“Vaquinha” na internet – Reprodução: crowdtilt.com

Ao ser comunicada de que o time masculino da Jamaica conquistou uma vaga nos Jogos Olímpicos de 2014 para o trenó de duas pessoas, a Federação Jamaicana de Bobsled lançou a campanha na internet, alegando que o dinheiro seria investido também na compra de equipamentos necessários para a competição, como lâminas para o trenó, e até roupas de inverno. “Nós temos sofrido com o frio desde o inicio da temporada”, afirmou o piloto do trenó jamaicano Winston Watts ao jornal USA Today.

O dinheiro vai possibilitar a viagem dos titulares Marvin Dixon e Winston Watts, de um atleta reserva, do técnico e do presidente da Federação Jamaicana de Bobsled, Dudley Stokes.

Stokes foi um dos atletas da equipe pioneira de bobsled da Jamaica nas Olimpíadas de Calgary-1988, cuja história inspirou um filme da Disney de grande sucesso, lançado em 1993 e batizado no Brasil de “Jamaica Abaixo de Zero”. Stokes representou a Jamaica em quatro Olimpiadas: 1988, 1992, 1994 e 1998.

Camiseta do time jamaicano (à direita)

Camiseta do time jamaicano (à direita)

Atualmente, o time está treinando na cidade de Evanston, no estado de Wyoming, nos Estados Unidos. Em uma das mensagens deixadas por doadores no site Crowdtilt, a americana Kimberly McCord-Wunder escreveu: “O Arizona deseja boa sorte! Estou ansiosa por ver o time da Jamaica competir nas Olimpiadas de Inverno.”

As doações chegaram de diversas partes do planeta. Quem doou $ 50 dólares ou mais vai receber uma camiseta exclusiva do time jamaicano. E, claro, ver mais uma vez a Jamaica abaixo de zero.


EUA: Primeira-dama dá enterrada em video com LeBron
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Marcos Peres

A Primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, aproveitou a visita dos atuais campeões da NBA à Casa Branca para gravar um vídeo com as estrelas do Miami Heat para a campanha contra a obesidade, promovida por ela através do governo federal.

No video, divulgado no YouTube, enquanto o técnico Erik Spoelstra entrevista os jogadores Dwayne Wade e Ray Allen sobre os benefícios de uma alimentação saudável, o astro LeBron James aparece ao fundo sustentando uma tabela de basquete para uma surpreendente enterrada da Primeira-dama. Todos, então, caem na gargalhada.

Ao fundo, LeBron James segura a tabela de basquete para a enterrada da Primeira Dama - Rprodução: Let's Move - YouTube

Ao fundo, LeBron James segura a tabela de basquete para a enterrada da Primeira Dama – Reprodução: Let’s Move – YouTube

O pivô Chris Bosh também participa do vídeo, bebendo água. LeBron James e Michelle Obama comem maçãs. Tudo isso acontece dentro da Casa Branca, à frente do quadro do ex-presidente americano George Washington, na sala destinada a recepções diplomáticas, conhecida por Mural Room.

Michelle Obama e LeBron James comem maçãs para promover a alimentação saudável - Reprodução: Let's Move - YouTube

Michelle Obama e LeBron James comem maçãs para promover a alimentação saudável – Reprodução: Let’s Move – YouTube

A campanha Lets Move – Mexa-se, em português – visa combater a epidemia de obesidade infantil nos Estados Unidos. Hoje, de cada três criancas americanas, uma esta acima do peso ideal ou obesa. Assista ao vídeo:


Super Bowl: ingressos vão de R$ 9,7 mil a 1,3 milhão
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Marcos Peres

Os ingressos mais baratos à disposição para a final da temporada de futebol americano, que será disputada no domingo, dia 02 de fevereiro, custam $ 4,1 mil dólares, ou R$ 9,7 mil, no site oficial StubHub.com. Por um camarote com capacidade para 30 pessoas, também pode-se pagar até $ 565,7 mil dólares, cerca de R$ 1,3 milhão.

Ingressos para o Super Bowl 48 - AP Photo/David J. Phillip

Ingressos para o Super Bowl 48 – AP Photo/David J. Phillip

Nesse domingo, esgotaram-se as últimas entradas para o Super Bowl 48 vendidas na faixa dos $ 3,1 mil dólares, o equivalente a cerca de R$ 7,2 mil, imediatamente depois que os finalistas Denver Broncos e Seattle Seahawks foram definidos. Isso, para assistir ao jogo bem de longe, do terceiro lance de arquibancadas da Arena MetLife, que tem capacidade para 82,5 mil espectadores. E sob temperaturas negativas, ja que a arena fica no leste do estado de Nova Jersey, a poucos quilômetros de Nova York.

Especialistas da revista Forbes acreditam que alguns dos preços sofrerão uma queda à medida em que o jogo se aproximar. A previsão se baseia na distância que os fãs de Denver e Seattle terão que percorrer para chegar à cidade de East Rutherford, onde fica o estádio. A distância combinada entre as três cidades é recorde nos últimos cinco anos, o que acarreta também altos gastos com passagens aéreas. Um bilhete aéreo de Denver não vai custar menos de R$ 730. De Seattle, no mínimo R$ 1 mil, segundo cotações da agência Orbitz.com.

Muitos dos hotéis da região já estão lotados para o final de semana do Super Bowl. Os poucos quartos que restam têm diárias a partir de R$ 1,1 mil, mas o preço só é válido para reservas de no mínimo três noites.

Os fãs que optarem por hotéis de Manhattan encontrarão ainda pacotes que variam de R$ 1 mil a R$ 5,3 mil por três noites, na região da famosa Times Square.


Brasileiro artilheiro da MLS vendido para o México
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Marcos Peres

O atacante brasileiro Camilo Sanvezzo, artilheiro da última temporada da liga americana de futebol, teve seu desejo atendido e foi transferido pelo Vancouver Whitecaps, do Canadá, para o Queretaro F.C., do México, na última sexta-feira, dando fim a uma disputa que durou três semanas.

Camilo se apresentou ao time mexicano há pouco mais de duas semanas, ainda sob contrato com o Vancouver Whitecaps, sendo fotografado com o uniforme do clube mexicano e causando desconforto entre torcedores e dirigentes da equipe canadense e até mesmo o comissário da MLS, Don Garber, que ameaçou acionar a FIFA. Na semana passada, o presidente do Whitecaps, Bob Lenarduzzi, afirmou que ainda não havia nenhuma negociação em cusrso envolvendo Camilo.

A foto da discórdia. Camilo veste uniforme do Queretaro enquanto mantinha contrato com o Whitecaps - foto: Twitter

A foto da discórdia. Camilo veste uniforme do Queretaro enquanto mantinha contrato com o Whitecaps – foto: Twitter

A equipe canadense anunciou em nota que a transferência de Camilo para o Queretaro se deu por uma quantia multimilionária, sem divulgar o valor. O brasileiro foi o ganhador da Bola de Ouro da Major League Soccer, por marcar 22 gols na temporada 2013. Também foi o autor do gol eleito o mais bonito do ano.

“Nós decidimos nos desligar de Camilo Sanvezzo”, afirmou o técnico do Whitecaps, Carl Robinson, que viajou até o México na semana passada para tirar a história a limpo. “Fomos capazes de negociar uma transferência recorde para o clube, por uma quantia que vai nos dar flexibilidade para continuarmos construindo nosso time para a próxima temporada e para as próximas que virão”, disse o treinador.

Em nota, o presidente do Queretaro, Adolfo Rios, pediu desculpas pela forma com que o negócio foi conduzido. “Em nome do nosso clube, nós sinceramente pedimos desculpas pelo mau entendido em relação ao contrato de Camilo no início desse processo”, escreveu Rios.

Camilo, de 25 anos, marcou 39 gols em 92 jogos pelo Whitecaps, em três temporadas.

Procurados pelo Blog, os empresários de Camilo não se manifestaram.


Brasileiro Bola de Ouro força saída da MLS
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Marcos Peres

O atacante brasileiro Camilo Sanvezzo, ganhador da Bola de Ouro da Major League Soccer na última temporada, está forçando a própria transferência para o futebol mexicano, segundo a MLS.

Apesar de estar sob contrato com o Vancouver Whitecaps, um dos times canadenses que disputam a liga de futebol norte-americana, Camilo se apresentou ao Queretaro F.C., do México, há duas semanas e já foi inclusive fotografado com o uniforme do time.

Brasileiro Camilo com a camisa do Queretaro, do México - foto: Twitter

Brasileiro Camilo com a camisa do Queretaro, do México – foto: Twitter

O homem-forte da MLS, o comissário Don Garber, disse estar “muito desapontado” com Camilo e afirmou que a FIFA será acionada. “Sou um homem do futebol há 15 anos, mas sou também um esportista americano. Quando você assina um contrato, você o honra”, esbravejou Garber. “A FIFA vai honrar (o contrato) para proteger nosso sistema”, explicou o comissário.

Camilo treina com uniforme do Queretaro - foto: @CamAlEstadio no Twitter

Camilo treina com uniforme do Queretaro – foto: @CamAlEstadio no Twitter

Essa semana, o novo treinador do time de Vancouver, Carl Robinson, embarcou para a cidade de Queretaro, que fica na região central do México, para tirar satisfações com Camilo e relatou uma discussão com o jogador brasileiro. “Houve algumas palavras em decibéis mais altos do que outras, mas penso que foi importante que a conversa tenha acontecido”, disse Robinson ao à CBS Sports. “Eu estou muito desapontado e disse a ele que a maneira com que tem agido é antiprofissional. Disse a ele e ele concordou”, contou o treinador.

O brasileiro de 25 anos, que marcou 22 gols na última temporada da MLS, um deles, inclusive, eleito o gol mais bonito da temporada, ganhou $ 247 mil dólares em salários em 2013 – cerca de R$ 579 mil –, menos de 6% do sálario da principal estrela da liga, o francês Thierry Henry, que fez $ 4,3 milhões de dólares no ano e marcou apenas 10 gols.

Até a publicação dessa reportagem, os empresários de Camilo Sanvezzo não se pronunciaram.